


EVERETT - The 10-year-old boy who was buried in a sandbox in imitation of a cartoon super-hero has accomplished, through his death, a deed of super-hero proportions - saving several lives through his organ donations.
Codey Porter, who would have turned 11 on April 17, "always wanted to be a super-hero," his father, Rick Porter, said after a memorial service for the boy Saturday that drew nearly 400 people.
"He envisioned himself saving others," said his father. "And now, in his death, through his organ donations, he has saved five people - and there will be more."
"So he is a super-hero."
Codey, a fifth-grader at Silver Firs Elementary School, also was remembered as an active, energetic boy at the memorial service.
The service was attended by family members, fellow students at his school, teachers, friends and even the firefighters and medics who tried to revive him after his accident.
Codey died Monday afternoon at Children's Hospital in Seattle. His family said the boy passed peacefully with his loved ones by his side.
He had been in critical condition at the hospital after the March 8 tragedy, which happened after he asked some playmates to bury him head-first in a backyard sandbox in the 13800 block of 59th Ave. SE in unincorporated Everett.
Relatives said the children came up with the idea from 'Naruto,' a cartoon about sand ninjas with super-hero powers they watch on television.
Codey was buried about from his head to his chest. At some point, he began thrashing around, but the children apparently thought he was playing.
Eventually they figured out that something was wrong. They pulled Cody out and called the adults inside the home, who administered CPR until medics car arrived.
Codey was first taken to an Everett hospital and later transferred to Children's Hospital.
Codey's father and mother, Amy Walker, decided to donate his organs after realizing that their son wasn't going to recover.
"We had lost our little boy. But our goal collectively was to try and make sure that another family didn't lose their little boy or little girl," Rick Porter said.
"We envisioned other parents waiting for a heart transplant, or a lung, or a liver or kidney," he said. "That's a decision we came to together."
A memorial fund has been set up for Codey on the Gold Creek Community Church's Web site. Contributors will be asked to create an account on the Web site for security reasons.
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A morte de um menino de dez anos de idade, ocorrida na tarde do ultimo dia 9 de março, em Everett, Condado de Snohomish, nos Estados Unidos, trouxe de volta as discussões sobre a influência dos quadrinhos e desenhos animados nas crianças.
Codey Porter havia sido enterrado por seus colegas em uma caixa de areia, numa brincadeira na qual tentava emular uma das habilidades de Naruto, personagem de sucesso mundial nos mangás e animês.
De acordo com o site do jornal Seattle Post-Intelligencer, as crianças que brincavam com Porter perceberam que algo estava errado e gritaram por socorro.
Os pais do garoto prestaram os primeiros-socorros enquanto esperavam a ambulância. Codey Porter morreu no hospital, dois dias depois.
Entrevistando os meninos - entre 8 e 10 anos de idade - que participaram da trágica brincadeira, além de adultos que a testemunharam, a polícia não encontrou indícios de comportamento criminoso no fato, registrando o caso como acidente.
Até o momento, parece não haver nenhuma "caça às bruxas" a Naruto ou a outros mangás e animês, nos Estados Unidos, mas os debates se acirraram entre os que discutem o papel da mídia na formação das crianças.
"Ao meu ver, não existe uma pesquisa específica mirando os animês, mas sabemos que a mídia tem um efeito muito grande nas pessoas, em geral. A diferença principal é que, hoje, a violência é retratada freqüentemente de forma mais realista que as bombas de TNT características dos desenhos do Papaléguas ou de Tom & Jerry, gerações atrás", disse Doug Gentile, diretor de pesquisa do Instituto Nacional de Mídia e Família dos Estados Unidos, em entrevista ao Seattle Post-Intelligencer.
O pediatra Fred Zimmerman, professor da Universidade de Washington, também acalma os ânimos ao afirmar que, no incidente de Everett , Naruto não tem mais responsabilidade do que qualquer outra atração televisiva.
Mas o médico faz coro com os que cobram um olhar mais atento no que as crianças assistem na televisão. "Os pais não se queixam do conteúdo do programa até que seja tarde demais. As crianças e adolescentes imitam as coisas tolas que vêem na TV - às vezes com efeitos desastrosos. Peço aos pais que vejam a televisão sob esta ótica. Se você não quer ver isso acontecer em sua casa, não deixe seu filho ver isso acontecer em sua TV", disse Zimmerman, citado pelo SPI.
Por Marcus Ramone (24/03/08)
Que isso sirva de lição para todos os malditos fãs de naruto
morram mais!